sábado, 20 de outubro de 2012

Brasil e Argentina têm oportunidades em serviços ligados ao setor imobiliário

José María Allonca (esq.), diretor da Cambras, Fernando Furci e Fernanda Salerno, respectivamente líder de Comércio Internacional e relações públicas da Amcham-Argentina O Brasil e a Argentina, países emergentes que têm vivenciado forte expansão no setor imobiliário, veem espaço para explorar oportunidades em serviços relacionados a essa área, caso de engenharia, arquitetura, design e consultoria. A Amcham-Brasil recebeu nesta segunda-feira (22/11), em sua sede em São Paulo, uma delegação de executivos do país vizinho. A entidade organizou um evento especial, chamado “Doing Business with Argentina”, para promover networking e auxiliar no desenvolvimento de parcerias e novos negócios, disseminando o conhecimento sobre características específicas do ambiente de negócios das duas nações. “A conjuntura é bastante favorável. Tanto o Brasil quanto a Argentina possuem muita rentabilidade no segmento imobiliário e é possível atuar mais fortemente no intercâmbio de serviços”, comentou Fernando Furci, líder de Comércio Internacional e Desenvolvimento de Negócios da Amcham-Argentina. “O Brasil necessita, para prosseguir seu desenvolvimento e levando em consideração os eventos esportivos da Copa do Mundo e das Olimpíadas, de profissionais como engenheiros e arquitetos. As vantagens de intensificar negócios nessa área são a curta distância entre os países e uma série de facilitações dentro do Mercosul, como preferência de investimentos, tratado para evitar bitributação e obtenção de vistos de trabalho de forma mais simplificada”, acrescentou José María Allonca, diretor da Câmara de Comercio Argentino Brasileña (Cambras). Além de organizar esta reunião, a Amcham-Brasil conduziu outras atividades entre os dias 22 e 25. A entidade levou a comitiva argentina para conhecer a dinâmica e o plano de expansão do Porto de Santos, realizou uma palestra de capacitação sobre o mercado brasileiro e agendou reuniões estratégicas com executivos de companhias associadas. Mercado argentino O mercado imobiliário argentino tem crescido na faixa de 7% a 8% ao ano desde 2003. Em 2008, em função da crise, o desempenho do setor foi um pouco menor, de 5%, mas, ainda assim, acima do registrado pela economia do país como um todo. Pedro Nicholson, sócio do Estúdio Beccar Varela de advocacia e membro do comitê de Real Estate da Amcham-Argentina, ressaltou que o país trabalha para atrair investimentos na área imobiliária. Segundo ele, a classe média está crescendo e há mais de três milhões de residências demandadas. Além disso, cidades médias ainda não contam com shopping centers, o turismo pujante na Argentina exige mais hotéis e há carência de conjuntos comerciais com instalações mais modernas. “O potencial da Argentina é alto, mas o país está atrasado nos financiamentos imobiliários e precisa aperfeiçoá-los. Ainda não há fundos de investimentos”, destacou. Outra consideração do especialista é que a inflação argentina tem sido um fator negativo nesse cenário, ficando na ordem de 9% ao ano segundo indicadores do governo, mas chegando a 25% ao ano na avaliação do setor privado. “Pela legislação, as prestações imobiliárias não podem ser indexadas, corrigidas levando-se em consideração o índice da inflação. O que as incorporadoras fazem é um ajuste com base nos custos dos materiais.” Via dupla De acordo com José María Allonca, da Cambras, o Brasil tem investido no setor imobiliário em solo argentino. É o caso da Cyrela, com empreendimentos em Buenos Aires, e da Odebrecht e da Camargo Correia, responsáveis por obras importantes de infraestrutura no país. Allonca, porém, afirma que o Brasil está cada vez mais no radar dos empresários argentinos. “Há um interesse muito alto, pois todos sabem o que está acontecendo com a economia brasileira, sobre seu cenário de estabilidade de inflação. Os argentinos têm buscado preparação para entrar nesse mercado.” Segundo o representante da Cambras, outros pontos positivos do Brasil são os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atendem as necessidades de companhias de diversos portes, e as linhas disponibilizadas no varejo para os consumidores finais, com taxas de juros inferiores às praticadas na Argentina (aproximadamente 12% ao ano no Brasil contra 20% na Argentina). Reformulação urbana O debate sobre oportunidades de intercâmbio de serviços e a necessidade de aumento do fluxo de investimento entre os países no setor imobiliário têm como pano de fundo o desenvolvimento economia dos dois países, que tem causado fortes modificações em grandes centros urbanos. “A arquitetura deve pensar no contexto dessas transformações, nos novos usos para instalações, na modernização de edificações obsoletas e na sustentabilidade”, disse Gabriela Pastorino, sócia do escritório Egozcue Vidal y Pastorino Arquitectos, que também participou do evento na Amcham-São Paulo. “Hoje, mais de 50% da população mundial vivem em áreas urbanas e, em 2040, serão 80%. Na era urbana, os desafios estão relacionados principalmente à mobilidade e à qualidade dos serviços e das residências, o que exige inovação”, completou Fabio de Marco, sócio da Oficina Urbana. Os dois arquitetos apresentaram casos de sucesso de recuperação de áreas urbanas no Peru, na Colômbia e na própria Argentina, como é o caso de Porto Madero, em Buenos Aires, bairro que era degradado, uma área de cais, às margens do rio da Prata e que se transformou em um de seus principais pontos turisticos, com restaurantes e bares badalados e onde estão estabelecidas grandes empresas e imóveis residenciais de alto padrão. ** A reprodução deste conteúdo é permitida desde que citada a fonte Amcham.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Feirinha de San Telmo

Na verdade fomos na 6a. feira para podermos conhecer aa feira de San Telmo, que só acontece domingos. É uma feira que tem de tudo, inclusive aula de tango ao ar livre. Está repleto de barzinhos, arquitetura e uma variedade de coisas para comprar, como quadros, entre outras coisas. Uma verdade feira ao ar livre. Tem várias apresentações também, de cantores de rua, tocando tango, cantando, e tocando etc...Enfim, é um lugar imperdível para quem quer ver de perto a cultura local, e ainda, um lugar diferente de tudo o que você já viu. Vale a pena. 

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Café Tortoni



Fundado en 1858, el Café Tortoni es el más antiguo de Argentina. sus enmaderadas paredes, junto a sus mesas de roble y mármol verde, se sentaron Alfonsina Storni, Benito Quinquela Martín, Carlos Gardel, Baldomero Fernández Moreno, Luigi Pirandello, Federico García Lorca y Arturo Rubinstein entre otros artistas, hombres de letras y parlamentarios que traspasaron algo de su personalidad a este tradicional café, inseparable ya de la historia de Buenos Aires




Caminito Belo






No 2o. dia fomos para o Caminito, com o pessoal do CVC, paramos lá e vimos os quadros, a arquitetura, e a riqueza nas cores.

1o. Dia

Ficamos num hotel não muito bom. chamado Rochester Concept. Na verdade ele é bom para solteiros, que vão para trabalhar.
Passamos a primeira noite, no dia seguinte, fomos embora para o Rochester Classic. Mas para casais, o melhor é o Rochester Classic, bem melhor e mais aconchegante. Vale a pena, é é bem perto da Cale Florida.

Mi Buenos Aires Querida


Sempre, em toda a minha vida tive vontade de ir para Buenos Aires. Conhecia Bariloche, mas nunca tinha ido para Buenos Aires
Para comemorar nossa primeiro ano de casamento, fomos passar em Buenos Aires

domingo, 6 de abril de 2008

Baixa real, faz o peso: o feriado de volta para o Brasil?


 

Se você inverter o ciclo de troca, o verão no Brasil será menos caro.

PRAIA, SOL E Caipira. ARGENTINA em Canasvieiras, NO SUL DO BRASIL. No próximo verão poderia ser mais barato.
Ir caipirinhas marchando, caixas Garotos, camisetas e latas de Guaraná Hering. Se as previsões dos economistas e analistas de bancos de investimento que seguem a América Latina são bem-sucedidas, as férias do próximo verão no Brasil seria mais barato para os turistas argentinos .

Acontece que, após atingir um recorde de diferença em relação ao dólar, o real eo peso nos próximos meses, começar a "andar por ai" e de fazer convergir para uma posição intermediária.

A moeda brasileira, que trocou esta semana em torno de 1,70 em relação ao dólar, encerrando 2008 em 1,80 e no mesmo ano, subiria para 1,85, de acordo com a taxa de câmbio mais recente previsão divulgada pela JP Morgan . 

No ano de 2008, as projeções dizem que a balança comercial apresentou superávit de 20.000 milhões de dólares, menos da metade dos 45 mil milhões em 2007 .

inflação controlada, "core" (não real, que é um pouco exagerada pelo aumento nos preços internacionais de alimentos ou de "agflation"), a prioridade da administração de Lula da Silva vai para mais crescimento e, portanto, há espaço para orebaixamento do Real .

"A balança comercial brasileira continua a deteriorar-se, sobretudo, porque a recessão nos EUA", disse um relatório desta semana do Bear Stearns.

Nos últimos meses, a fraqueza do dólar foi uma valorização de mais moedas latino-americanas, com exceção do peso argentino eo bolívar venezuelano .

A série de taxa de câmbio multilaterais ", preparado pelo Banco Central, que mede a razão entre o peso frente às demais moedas, ponderada pela importância do comércio da Argentina com estes países mantém-se em um pico, logo abaixo abrupto salto que se seguiu à desvalorização mega em dezembro de 2001.

O que acontece na Argentina? embora ligeiramente menos acentuada do que no caso do movimento real, o peso local é ficar por aqui na direção oposta, em direção a uma ligeira apreciação. Mantenha o dólar ainda é um dos instrumentos específicos de que o Governo tem de conter a inflação .

Embora existam indústrias que empurrar em direção a uma desvalorização nominal, porque existe uma perda de competitividade, a decisão oficial para prender um dólar dos EUA continua forte e é incentivada pelos dirigentes do Banco Central. Entidade fontes falam em off sobre o dólar a 3,22 pesos, em dezembro, o que implicaria uma avaliação levando em conta a inflação "real" de cerca de 20 por cento.